Hospital Alberto Rassi
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CTI

Centro de Tratamento Intensivo - CTI




Tratamento intensivo de alto padrão

Desde a sua reabertura, em 1990, o Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG dispunha de apenas 10 leitos para tratamento intensivo, metade do que é recomendado para o porte do Hospital, de 204 leitos. Essa distorção histórica foi corrigida com a inauguração da obra do novo Centro de Tratamento Intensivo (CTI) que superou em qualidade muitos serviços privados do País.

Agora, são 30 leitos e a estrutura e os aparelhos utilizados se equiparam aos dos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, em São Paulo. O aparato é o que há de mais moderno em monitorização hemodinâmica e respiratória no mundo. A tecnologia adotada casa-se com instalações modernas, projetadas para tornar o ambiente menos hostil para os pacientes.

O novo CTI conta com camas elétricas dispostas em box individuais com aparelho de TV para cada leito e equipamentos dispostos em estativas. Os módulos de suporte suspensos proporcionam um ambiente mais moderno e ergonômico. Além disso, junto com o piso de manta eletrostática, facilitam a higienização dos leitos. Plotagens com reproduções de obras de artistas como Joan Miro e Paul Klee quebrarão a impessoalidade branca do ambiente.

Diferenciais tecnológicos

  • Monitores cardíacos que medem a pressão e a quantidade de gás carbônico em tempo real.
  • Respiradores mecânicos que dispensam entubação.
  • Aparelho exclusivo de ultrassonografia.
  • Bombas para infusão de medicamentos no tempo e velocidade exatos.
  • Sistema de hemodiálise individualizado para cada leito, com máquinas exclusivas.
  • Vscan – aparelho portátil de ultrassom hemodinâmico.

    Qualidade do atendimento

    A atenção dispensada aos pacientes em tratamento intensivo no Hospital Alberto Rassi – HGG segue os protocolos mais modernos. A equipe é formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, odontólogos e nutricionistas, que gozam de autonomia para atuar em suas especificidades.

    A unidade adota o uso racional de medicamentos, principalmente de antibióticos. A sedação respeita as especificidades de cada caso, para que o paciente possa interagir e auxiliar no tratamento. Os médicos têm escala fixa, o que permite a padronização de condutas e melhoria da relação médico-paciente-família.

    Com o projeto Hospital Sem Papel, os prontuários serão totalmente eletrônicos e a dispensação dos medicamentos, por código de barras, o que aumenta a segurança e evita erros.

    Teoria no CTI

    A medicina aplicada no CTI é baseada em trabalhos acadêmicos, discutidos diariamente pela equipe, conforme as necessidades dos pacientes internados. A literatura médica utilizada nos tratamentos é a mesma de grandes hospitais, públicos e particulares, do Brasil.


    Fonte: IDTECH / HGG








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